quarta-feira, 22 de agosto de 2012

"BOB ESPONJA" NÃO PASSA DE "PROMOÇÃO A HOMOSSEXUALIDADE", AVALIA GOVERNO


Terça-feira, Agosto 21, 2012

‘Bob Esponja’ não passa de ‘promoção da homossexualidade’, avalia governo

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O governo da Ucrânia esta tentando proibir no país a apresentação do desenho “Bob Esponja”. Segundo os especialistas ele não passa de “promoção da homossexualidade”.

A Comissão Nacional de Proteção da Moralidade Pública da ex-república soviética emitiu um parecer em que afirma que o personagem infantil é “uma séria ameaça às crianças”.

Além do desenho “Bob Esponja” a Comissão quer restringir a exibição de outros programas infantis, como “Os Simpsons”, “Uma família da pesada”, “Teletubbies” e “Pokemon”. Já que segunda a avaliação, as atrações televisivas têm como objetivos destruir a família e promover drogas e outros vícios.


Para os membros da comissão, os ‘Teletubbies’ levam as crianças a uma espécie de transe e formam “imbecis que se sentam diante da TV com a boca aberta e engolem qualquer informação”.


DESENHOS ANIMADOS PODEM SER PREJUDICIAIS AOS SEUS FILHOS



Pode um filme como o Rei Leão trazer uma mensagem de violência para as crianças?

A exposição de crianças a violência nos meios de comunicação (principalmente de televisão e cinema) é uma preocupação de saúde pública.

Os defensores dos chamados "filmes de ação e de terror" perguntam: o quem surgiu primeiro o ovo ou a galinha? Eles argumentam que, na realidade o cinema não induz a violência, e sim imita a vida, que por sua natureza, é violenta desde que o homem surgiu na face da Terra, segundo eles.

Entretanto, estudos clínicos recentes demonstraram que pessoas expostas a filmes nos quais existam cenas de violência realizadas de maneira gratuita podem levar aos espectadores a apresentarem comportamentos hostis, e, entre alguns deles, ocorrer uma aceitação maior da violência como uma maneira de resolver situações de conflito.

AS CRIANÇAS
Na televisão, a exposição das crianças à violência as afeta de modo negativo. Os principais efeitos de ver cenas violentas na televisão são: as crianças podem se tornar menos sensíveis à dor e ao sofrimento de outras pessoas; as crianças podem se tornar mais temerosas do mundo que as cerca; e as crianças podem se tornar mais agressivas.

O NOVO ESTUDO
A pesquisa foi realizada pelos Drs. Fumie Yokota e Kimberly M. Thompson. Para o seu estudo, os pesquisadores definiram a violência como sendo atos intencionais com a intenção de causar dano físico, para coração, ou por puro divertimento; o agressor tenha algum tipo de contato físico com o objetivo de ferir a vítima.

Os filmes avaliados apresentavam uma média de nove e meio minutos de violência por filme; pelo menos um personagem morria assassinado em metade dos filmes, e pelo menos um dos personagens era ferida em 46 dos filmes.

Na maioria dos filmes, a principal arma usada foi o próprio corpo (59%). Por exemplo, no filme Aladim, o personagem termina por derrotar o vilão Jafar, prendendo o em uma lâmpada mágica, mas não sem antes tentar derrotá-los usando a força física. No filme "O Rei Leão", Simba luta contra o vilão (seu tio), recusa-se a matá-lo, mas não faz nada para prevenir a sua morte, assassinado pelas hienas no final.

A violência entre os personagens de desenhos animados pode passar desapercebida pelos adultos, ou ser considerada inofensiva, mas os estudiosos dizem que não é clara qual seria a sua influência entre as crianças.

Cenas violentas poderiam tornar as crianças habituadas a violência, e para elas isto passaria a ser de algo normal. Além do mais, é possível que as crianças poderiam tentar imitar a violência dos personagens, porque muitas vezes as cenas são consideradas como engraçadas e sem conseqüências mais sérias.

Um exemplo disso, seriam a cenas que o envolvem o Bip Bip e o Coite - muitas cenas mostram o corte caindo em um precipício ou sendo esmagado por uma imensa pedra, mas ele sobrevive sempre ao final de cada episódio.

Os pais deveriam ter o controle, segundo os autores, do que os seus filhos assistem. No caso dos desenhos animados em fita de vídeo, uma avaliação prévia do filme por seus pais poderia ser recomendável.

Fontes: Journal of Applied Social Psychology (1999, Vol. 29, No. 1, pp. 145-165)
Personality and Individual Differences (1997, Vol. 22, No. 5, pp. 613-627),
JAMA 2000; 283: 2716-2720

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