quarta-feira, 5 de setembro de 2012

É FEITO A JUSTIÇA A FUNCIONÁRIO EVANGÉLICO QUE ERA OBRIGADO ASSISTIR FILME PORNÔ


Diz um sábio adágio popular no Rio Grande do Sul: "obrigado, só pau de arrasto e assim mesmo tranca". Quem quer, procura os meios de libertar-se; de não contaminar-se com aquilo que é indevido diante de Deus, com aquilo que os é obrigado a fazer. Ninguém pode ser preso a vícios de outrens que firam a sua moral, crença ou até mesmo clubismo.

As duas entradas da alma são os olhos e os ouvidos. O que estamos vendo e ouvindo que de forma nenhuma podem agradar a Deus?

PORQUE DISSE O SENHOR JESUS:
"A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz;"  (Mateus 6 : 22)

O que ilumina o nosso corpo diante de Deus são os olhos.

"Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!"  (Mateus 6 : 23)

Tenham todos uma boa leitura.


Todos os créditos sejam dados ao site abaixo:
http://espaco-gospel-net.blogspot.com.br/2012/09/justica-determina-indenizacao.html#more

quarta-feira, setembro 05, 2012

JUSTIÇA DETERMINA INDENIZAÇÃO A EVANGÉLICO OBRIGADO A ASSISTIR FILME PORNÔ

O Tribunal Superior de Trabalho (TST) manteve a decisão de que um funcionário da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) da filial de Curitiba (PR) deve ser indenizado por danos morais por ter sido obrigado a assistir filmes pornôs.

Casado e evangélico o funcionário ficou por dois anos tendo que assistir shows de stripper e filmes de conteúdo adulto a mando de seu gerente que usava desses artifícios para alavancar o cumprimento das metas da equipe.

Na ação que foi movida contra a empresa, o funcionário alega que por vezes chegou a ser amarrado em sua cadeira para poder participar dessas atividades. Diante desses relatos a Justiça fixou em R$50 mil o valor da indenização por ele ter passado por situações constrangedoras e vexatórias.

Julgado como procedente em favor do funcionário em primeira e segunda instância, a Ambev recorreu ao TST na tentativa de ter o valor da multa ajustado, pois para eles a indenização é desproporcional ao dano sofrido, mas o relator do processo, ministro Brito Pereira, considerou que as decisões apresentadas no recurso eram inespecíficas.

De acordo com o site G1 as estratégias do supervisor já eram conhecidas pelo Ministério do Trabalho, e a empresa até precisou firmar um Termo de Ajuste de Conduta junto ao órgão para que tais práticas consideradas desrespeitosas não voltassem a acontecer.

gospelprime