sábado, 6 de outubro de 2012

MINI POST: ESPERANÇA, A ÚLTIMA QUE MORRE

As riquezas da sabedoria popular aos poucos está caindo no esquecimento. Aqueles provérbios antigos eram de alguma maneira um remédio caseiro para cada situação encontrada. 

Quem não pode lembrar de alguns que marcaram época nos recantos do Rio Grande?

- Quem espera sempre alcança?
- O que não é visto não é lembrado?
- O que arde é o que cura; o que aperta é o que segura?
- Quem não ajuda, não estorva?
- Só atire a primeira pedra quem nunca errou?
- Está mais por fora do que arco de barril?
- Enquanto há vida, ainda há esperança?
- (...)

A saudade da pureza; da sinceridade e da coletividade, que urge em tempos de chuva em lembranças de um passado em que os amigos eram amigos; do repartir do pão, como das boas risadas quando este sempre caia com a manteiga para baixo; dos banhos de chuva; da inocência que embalava os sonhos de uma vida pura, e que o futuro sempre nos reservaria surpresas belas e auspiciosas.

Hoje, a individualidade furtou a coletividade. O ser e o ter é mais importante do que amar.

Eu quero ainda crer que: "A esperança é a última que morre"; que "Enquanto há vida, ainda há esperança", e que "Quem espera sempre alcança"!

É tempo de resgatar memórias; de reatar amizades; de realizar sonhos e, de amar a Deus sobre todos as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.

Luis Oliveira

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