quarta-feira, 17 de julho de 2013

O ELO PERDIDO


Quem dera viajássemos no tempo e aportássemos  nos primórdios da história cristã?

Quem dera lográssemos o êxito de resgatar os valores da razão de Cristo, e voltássemos ao primeiro amor de Éfeso?

Quem dera retornássemos as coisas simples, a sinceridade, a verdade, a comunidade, e a fraternidade de Filadélfia?

Por mais que possamos divagar em letras, nos saudosismo dos tempos de outrora, não poderíamos trazer de volta o que atrás ficou?

O elo foi perdido, o trem da história viaja solicito para um derradeiro fim?

As quimeras do amor fraterno, do dar sem receber, da voluntariedade, e da igualdade perderam-se nas entre-linhas do EU SOU, e do EU POSSO? - 

O consumismo nos consumiu, e o tudo é fácil nos induziu aquilo que agora tristemente somos:

Perdemos a humildade, a humanidade, e agora o produto é de um povo que negou o seu passado, e apagou a história de sua memória.

Os falsos mestres em nome de uma prosperidade, nos tiraram a espiritualidade, e como legado nos trouxeram o materialismo e a vaidade.

Do que adianta os templos estarem cheios, mas as pessoas estarem vazias da gentil presença do Senhor?

AINDA É TEMPO
É tempo de frear esta história, de colocar a mão no arado e buscar a glória do Senhor.

De reescrever os anos, de mudar a trajetória; de de buscar ás almas, de deixar o EU, e assumirmos o NÓS, e o demais ELE tudo fará.

Ainda é tempo de trazer de volta o elo da amizade, da temeridade e da bondade.

Ainda é tempo de buscar na oração a solução para os nossos problemas; de jejuar, de vigiar, para consagrar-nos ao Senhor de nossas vidas.

De dizer: Agora chega de Laodicéia; de voltar a clamar, do implorar, do pedir perdão, e isto tem de ser de coração ao Deus de nossas vidas e ao nosso irmão.

Quem sabe não nos ouvirá o Senhor, e com muito amor não nos resgatará?