sábado, 28 de setembro de 2013

TURBULÊNCIA

A aeronave e  a sua tripulação em meio a tempestade está em grande tribulação. Os ventos, raios e trovoadas balançam-na como a pluma solta ao vento.

As águas da tempestade adentram ao seu meio trazendo os tambores das ruas. O eco é ensurdecedor; nunca houvera antes tal façanha maléfica e profana.

O olho do furacão e a fúria do abismo quer engolir de vez o que resta desta nave rumo ao seu destino final na cidade prometida.

Mantê-la no ar está nos joelhos de quem não se conforma em perdê-la para as hostes infernais da maldade nos lugares celestiais.

O Supremo comandante não quer perder estas preciosas almas que custaram a vida do seu Filho amado. Ele vela por elas; está da mesma forma aflito, mas confiante de que esta sairá desta luta para a Bonanza do avivamento.

É preciso um pouso de emergência para consertos na fuselagem. Reparos essenciais deverão serem feitos, para que esta prossiga a sua jornada profícua da terra peregrina para a celeste pátria.

O horizonte o qual não se via, irá se ver, para navegar-se ao menos por tempos em céu de brigadeiro.

O Supremo Senhor dos céus e da terra a conduzirá em glória na palma das Suas Preciosas Mãos.

Que o Senhor Jesus Cristo nos ajude a entender a carta magna a qual norteia pelo rumo seguro, conduzida pela Sua Excelência O Espírito Santo.