terça-feira, 24 de dezembro de 2013

HORÁCIO BITTENCOURT E OUTRO TEEM LIVRAMENTO DE MORTE NA MESMA REGIÃO



Foto antiga na tenda no Irma
Não poderíamos descrever a nossa história se a mão do Todo Poderoso criador dos céus e da terra não estivesse presente nos guardando nas estradas da vida.

A Ele, no Filho amado, na intercessão da Sua Excelência o Espírito Santo, é que somos eternamento gratos por estarmos vivos nos dias de hoje.

Foto tirada na Congregação da Boa Vista em 7/5/2011
Outrossim, também agradecemos a nossas queridas mães, muito embora a minha já descanse com o Senhor, in memoriam a ela e a mãe do irmão que viva está, não poderia deixar de agradecer, pois somos frutos dos joelhos delas. 

Relutamos muito para escrever o presente post, pois, havia a possibilidade de pensarem que estaríamos tentando ganhar notoriedade embarcando no trem da história do infortúnio alheio.

No entanto, o testemunho de que Deus é fiel foi mais forte, por esta nobre causa deixamos o presente registro.

A mesma estrada, a mesma região e o mesmo livramento de morte nos levam aos fatos de então.

A HISTÓRIA  DOS MISTÉRIOS DE DEUS
Do nosso querido irmão em Cristo Horácio Bitencourt todos já sabem e agradecem a Deus o milagre da vida em uma situação tão inóspita.


A nossa história difere em tempo e sofrimento, pois, os fatos muito embora correlatos, não tem como comparar na angústia vivida no seio da família e ao meio da cristandade.

Em fevereiro de 2000, concluímos um trabalho em Santa Maria para a AES SUL, e de lá saíramos  para Alegrete às vinte e duas horas e vinte e cinco minutos, via São Pedro, São Vicente, São Francisco e Manuel Viana.

O tempo era de chuva, mas a saudade de casa era mais forte, porquanto, viajavam apressadamente o que vos fala, Marcos X. de Oliveira meu filho e Cledir da Silva Oleques meu amigo, compadre e colega.

A viagem transcorria sem alterações, muito embora a pista molhada pela chuva fina no momento, quando, a doze kilometros e poucos metros do Rio Toropi (medidos em outra ocasião) me deparei com um grande mistério de Deus.


Em uma baixada da estrada, quando os faróis da camioneta iluminaram o aclive da estrada, no meio da faixa amarela de proibido ultrapassar vinha uma pessoa com as seguintes descrições:

Um homem cambaleante de tês morena transitava nela, onde pude ver que tinha na mão direita algo de vidro, pelo reflexo da luz; que estava de boné; que usava uma camisa que um dia tinha sido branca e uma calça arremangada até os joelhos.

A reação fora instantânea de frear em vista do provável atropelamento em evidência. O impacto da freada repentina e o alto ruído dos pneus no asfalto, acordou de sobressalto meu compadre Cledir e assustou a Marcos.

O porque daquele súbito fato logo veio a tona, pois não tinha nada na estrada, o que foi constatado logo depois ao colocarmos os faróis do veículo nas presumíveis direções as quais poderiam ter tomado o malfadado transeunte.

Com o dedo em riste em vista do acontecido, meu filho dizia: "Está ficando louco pai; está vendo coisas onde não tem".

Retomei a estrada cabisbaixo, pensativo naquilo que com toda a certeza vira com detalhes impressionantes, quando, veio uma voz audível ao meu ouvido dizendo: "Foi um aviso de Deus".

Repeti as mesmas palavras ouvidas aos companheiros de viagem, e a partir de então quando o velocímetro do veículo pendia para setenta e cinco kilometros por hora, logo tirava o pé do acelerador.

O impasse perdurou até que após passarmos a ponte do Rio Toropi, metros adiante, na primeira curva da estrada, em cima da faixa amarela vinha cambaleante o mesmo homem o qual vira em visões de Deus a doze kilometros atrás.

Se viesse naquela velocidade de antes da visão, muito embora os tempos tenham sido prorrogados, o acidente seria fatídico para quem sabe todos os viajantes e para o transeunte, pois de ambos os lados da estrada são barrancos elevados.

Porquanto, se não tivesse contado os detalhes da visão aos companheiros de viagem, tudo passaria a ser como uma obra oportunista de ficção.

Muito embora, estivesse fora da casa do Senhor desde os meus quatorze anos de idade, tinha alguém a interceder por mim.

Isto, vem a mostrar que nem uma lágrima cai no chão daqueles que intercedem pelos seus, sem que o Senhor os dê uma oportunidade de resgate.

Deus nos deu uma nova oportunidade de vida, sendo que eu ainda levei mais quatro anos para vir pela dor para a casa do Senhor, a qual contarei em novos posts, sendo que o seguinte será "LIVRAMENTO DIVINO NA ESTRADA 2".

Muitos dos dados da história do servo do Senhor Horácio Bittencourt se encontra no site social deste dedicado pregador da palavra de Deus.


Local do acidente
Fotos extraídas do site abaixo:






CONCLUSÃO
Testemunhar do grande amor de Deus por nossas vidas é o mais importante de tudo isto. Lhe delegar as devidas honras e glórias é a nossa eterna gratidão.

Em honra ao grande Pai, querido, amado e santo, deixamos através do seu amado Filho o nosso registro da história nos anais da WEB.



Também deixamos registrado o nosso grande carinho e considerações pelo sofrimento empreendido a família do afortunado irmão em Cristo Horácio.

DEUS É FIEL.