sábado, 25 de janeiro de 2014

AS TELENOVELAS MOLDARAM O BRASIL

Lendo os bons e os excelentes blogs da WEB, deparei-me com um artigo ao qual temos debatido muito ao longo da existência do blog "É HORA DE DESPERTAR", sobre o EFEITO SUBLIMINAR e as suas consequências:

Alerta este que fala em diversos artigos sobre a manipulação subliminar do mensageiro oculto como no link abaixo:

http://luisdornelesdeoliveira.blogspot.com.br/2012/11/o-outro-lado-da-meia-noite.html


Como veremos, tudo é uma OBRA DE ENGENHARIA, uma coisa engenhada, preparada para acertar o seu alvo: VOCÊ QUE ASSISTE ESTAS PROGRAMAÇÕES.

Refazendo o caminho do blog amigo com o link abaixo, ao qual li e também nos congratulamos nesta divulgação descrevendo o excelente artigo:


Conquanto, o que iremos reprisar sejam dados todos os créditos aos seus digníssimos autores.


27/02/2009 - 22:16 - ATUALIZADO EM 04/03/2009 - 17:50
Alberto Chong - "As telenovelas moldaram o Brasil"
   
Economista do BID afirma que a novela ajudou o país a aceitar o divórcio e a criar famílias menores

MARTHA MENDONÇA
Qual é o verdadeiro impacto das telenovelas nos lares brasileiros? Segundo dois estudos recentes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), as tramas exibidas na TV nos últimos 40 anos vêm moldando as famílias em pelo menos dois aspectos: menos filhos e mais divórcios.

As pesquisas, coordenadas pelo economista Alberto Chong, analisaram o conteúdo de 115 novelas transmitidas pela TV Globo entre 1965 e 1999 nos horários das 19 horas e das 20 horas. Nessa amostragem, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% delas eram infiéis a seus parceiroso que suavizou o tabu do adultério.

Para Chong, a telenovela é um excelente canal de difusão de programas sociais, como prevenção à aids e direitos das minorias. Ele deu a seguinte entrevista a ÉPOCA.

ENTREVISTA – ALBERTO CHONG  

Divulgação QUEM É 

Economista nascido em Lima, no Peru. Tem 45 anos e mora em Washington, nos Estados Unidos

O QUE FEZ
Desde 2000, trabalha como pesquisador do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)

O QUE PUBLICOU
As pesquisas Novelas e fertilidade: evidências do Brasil, com Suzanne Duryea, do BID; e Televisão e divórcio: evidências de novelas brasileiras, em parceria com Eliana Ferrara, economista da Bocconi University

ÉPOCA De que forma as telenovelas influenciaram a sociedade brasileira? 

Alberto Chong – Durante o período da ditadura, os autores já viam nas novelas a oportunidade de lutar contra o sistema, apresentando novas ideias e valores.

Há, de forma recorrente, a crítica à religião, ao machismo e ao consumo de luxo e a ideia de que a riqueza e o poder não trazem felicidade. A família está no centro dessas transformações.

As novelas são um instrumento muito poderoso na formação de um modelo bastante específico de família: branca, saudável, urbana, bonita, consumistae pequena.

ÉPOCA – Vem daí a explicação para a influência das novelas na queda da taxa de fertilidade? 

Chong – Sim. A família pequena é uma imposição da produção, que tem limitações de elenco. Para que a história aconteça, são necessários pelo menos cinco ou seis núcleos. Então nenhum pode ser grande demais. Por um tempo essa família tão reduzida era irreal.

Com o tempo, porém, a repetida exposição desse perfil influenciou fortemente na preferência por menos filhos e pelo custo financeiro mais baixo dessa escolha. Ao longo dos anos, essa queda na taxa de fertilidade foi caindo mais em áreas alcançadas pela televisão do que em áreas que não recebiam o sinal.

ÉPOCA – As mulheres são o público principal das novelas. Elas são mais influenciáveis por esse tipo de conteúdo? 

Chong – Uma das ideias mais disseminadas pelas novelas, em todos os tempos, é, certamente, a emancipação feminina, junto com a entrada da mulher no mercado de trabalho. 

A busca do amor e do prazer pelas personagens femininas também é uma constante em qualquer trama – mesmo que ela tenha de cometer adultério, o que também é comum nas histórias.

ÉPOCA – No Brasil, de acordo com o IBGE, vem das mulheres a maior parte dos pedidos de divórcio. Quanto as novelas contribuem para isso? 

Chong – Estudar o Brasil sob esse ponto de vista é interessante, porque os casos de divórcio aumentaram dramaticamente nas últimas três décadas.

Estima-se que as taxas aumentaram de 3,3 em cada cem casamentos em 1984 para 17,7 em 2002, mais do que em qualquer outro país latino-americano.

Nosso estudo avança na hipótese de que os valores da televisão, mais precisamente das novelas, contribuíram de fato para esse aumento, principalmente a partir do momento em que no Brasil há um alcance desse tipo de programa como em nenhum outro país.

A novela é, de longe, a maior atração da TV e é veiculada pela Rede Globo, que tem mantido um domínio quase absoluto do setor por cerca de três décadas. Percebemos que, quando a protagonista de uma novela era divorciada ou não era casada, a taxa de divórcio aumentava, em média, 0,1 ponto porcentual. A mudança é positiva.

A simples possibilidade do divórcio dá às mulheres a chance de igualdade de gênero no casamento e na distribuição do trabalho, dentro e fora de casa. Também diminui a violência doméstica, os homicídios e suicídios.

COMENTÁRIO NOSSO
A balança da justiça divina é contrária aos resultados obtidos por esta sublimada programação.

A palavra divina nos diz uma coisa e as novelas ensinam outra.

Quem pode dar crédito a palavra de Deus não assiste estas formadoras de índoles destruidoras de famílias, influenciando já a criança na sua tenra idade os seus princípios contrários a Deus.

Quem tem ao Senhor Jesus Cristo, pacifica, recupera e não separa a quem Deus uniu.

VEJAM "EM PARTES" O COMENTÁRIO DO PADRE NO VÍDEO ABAIXO:




Tire você mesmo as devidas conclusões destas confirmadas manipulações subliminares imorais e o Senhor lhes esclarecerá.