sábado, 5 de abril de 2014

O BENEFÍCIO DA DÚVIDA

Se estamos certos ou se estamos errados é a palavra do Senhor que nos julga. É ela que pesa e mede as nossas atitudes, as nossas iniciativas e até mesmo a nossa omissão no não praticar o que Deus colocou em nossas mãos.

Não saber e acreditar que está certo faz parte da nossa meninice espiritual, mas no momento que conhecemos a verdade, a verdade em nome do Senhor Jesus Cristo vai nos libertando e aos poucos vamos crescendo na idade da fé.

Portanto, para todas as coisas existe um tempo determinado por Deus. Tempo de nascer; de ser bebê; de ser criança; de ser adolescente; de ser jovem, adulto e sênior na fé.

Pecamos quando julgamos aquilo que não está em nós julgar, pois no tempo da fé, o Senhor está a medi-la através do nosso coração.

Ele não quer que nenhum se perca, e através da sua misericórdia, na dispensação da graça, tem evitado que muitos de nós sejamos destruídos.

Porquanto, de maneira nenhuma deve-se apagar o morrão que ainda fumega ou trilhar a cana quebrada.

Se ocupo a cadeira de Moisés ou tento colocar a toga e impor-me como juiz dizendo quem descerá ao abismo ou até mesmo quem subirá ao céu, USURPO AO SENHOR e seria como se trouxesse do alto ao Senhor Jesus Cristo para determinar o juízo divino antes do seu tempo.

A fé tem idade e o ministério também. Se sou neófito nela, de maneira nenhuma saberei cuidar da igreja do Senhor, mas estarei esparramando as ovelhas, oprimindo o pequeno e afrontando os seniores escolhidos por Deus para serem mordomos de sua obra.

Nada pode ser antes do tempo determinado por Deus, muito embora sejamos nomeados antes desse tempo, o Senhor de nós colherá os seus frutos, pois ELE COLHE AONDE NÃO PLANTOU.

Olhar para onde caímos, lamber as feridas e consertar o erro é o que Senhor espera de nós na estrada da salvação. 

O BENEFÍCIO DA DÚVIDA
Só o Senhor conhece os corações e sabe discernir do que é do que não é signatário da salvação. No entanto, o Senhor é o Deus das oportunidades como vemos pelo exemplo de Judas, pois mesmo sabendo que ele seria o traidor não o eximiu da oportunidade da porta da salvação.

Nós no entanto, não tendo tal atributo, podemos ter até a dúvida, mas nunca através dela ser o magistrado acima do bem e do mal.

O Senhor pela sua benevolência, permite-nos o benefício da dúvida, a qual segundo a sua vontade pode ou não nos confirmar a procedência dela.

Imagine-se só que: Desacredito naquilo que meus irmãos de fé dizem por sua interpretação da Palavra Divina, e já os coloco em vitupério, na execração pública, e se o entendimento estiver certo diante de Deus?

Torno-me injusto diante do Senhor e do meu semelhante, com os quais terei que pagar aquilo que plantei.

Posso até ter o benefício da dúvida, mas nunca querendo me beneficiar dela.

Assim me veio, assim o escrevi.