terça-feira, 7 de outubro de 2014

QUEM É ESTE HOMEM QUE "ATÉ" O VENTO E O MAR LHE OBEDECEM?

Quem seria esta Extraordinária Criatura que até as forças da natureza lhe obedeciam?

Quem seria este "Ser" Excepcional que além das forças da natureza, as demais coisas também lhe obedeciam?

Pelo visto não havia e nem há limites para Aquele que lhe fora dado "toda" a autoridade nos céus e na terra.

Quando vemos a perplexidade dos discípulos do Senhor Jesus Cristo com aquele fato inédito em toda as suas vidas, pois eles haviam lutado toda a noite contra aquela tempestade atroz, e mesmo sendo homens adestrados na convivência com o mar, não tinham alcançado o êxito de vencê-la; conquanto, começamos a perguntar como eles: "Quem seria este Homem fenomenal que até o vento e o mar  lhe obedecem?"

Certamente aquele momento tempestuoso foi um dos marcos que levara um dos seus discípulos a se aprofundar no Escriturado Divino, a procurar a verdadeira identidade daquele Fabuloso Senhor em autoridade e poder.

Acreditamos que este discípulo a cada dia que passava com o seu mestre, mais e mais ele queria recostar-se no seu peito para ouvir às mais diversas revelações que só aos grandes amigos poderiam serem reveladas.

Que este discípulo especial junto com os demais fora testemunha ocular dos grandes milagres efetuados por Jesus, como a multiplicação por duas vezes dos pães e peixes na alimentação daquelas multidões; nas ressurreições de Lázaro morto há quatro dias, da filha de Jairo, e o filho da viúva de Naim; como tantos outros milagres.

Conquanto, estudara os escritos de Moisés até chegar aos profetas, para que pudesse entender que ele estava sendo partícipe de um tempo impar, determinado por Deus para a vinda do Seu amado Filho na terra.

Da mesma forma certificou-se no Rolo do livro do profeta Messiânico Isaías (9.6), que Aquele era o qual o Principado estaria sobre os Seus ombros; que era Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz.

Corroborando ainda em Isaías que era aquele em que o Espírito do Senhor repousara sobre ele; o qual também era o Filho amado a quem lhe comprazia.

"O ESPÍRITO do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;"(Isaías 61 : 1)

Portanto, o discípulo especial no momento da crucificação, ciente que Aquele era realmente o Messias de Israel, esteve ao pé da cruz do seu amado mestre, junto com sua mãe.

Da mesma forma, no momento da ressurreição, quando avisado por Maria Madalena, correu ao túmulo vazio, chegando antes de Pedro (João 20.4).

Conquanto, escreveria nos anais da história bíblica a mais teológica e esplendorosa descrição de "QUEM SERIA AQUELE HOMEM" QUE ATÉ O VENTO E O MAR LHE OBEDECIAM, DIZENDO QUE:

"No princípio era o Verbo, e o verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus".

"Que todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada se fez".

"Que Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens".

"Que Nele estava a luz verdadeira, que ilumina todo homem".

"Que Ele estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não o conheceu".

"Que Ele veio para os seus, mas o seus não o receberam, mas a todos quanto o receberam deu-lhes o poder de serem chamados filhos de Deus".

Esta inestimável biografia Messiânica expressada pelo Apóstolo João, o discípulo a quem o Senhor Jesus Cristo amava, não encontra juntamente paralelos e paradoxos no Santo Livro.

Muito embora possamos encontrar as mais belas palavras, e termos tirados do fundo da alma, jamais teremos adjetivos sublimes que possam condizer na sua plenitude com as virtudes do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

No entanto, o Apóstolo amado foi o que mais apaixonadamente descreveu o amado mestre, que com estas prerrogativas coube a ele encerrar o Santo Livro:

Apocalipse 22:20  Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.

21  A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.

FIEL É O QUE PROMETEU, E TAMBÉM O FARÁ.

Porquanto, com fé esperamos o Homem que ATÉ o vento e o mar lhe obedecem.