quinta-feira, 6 de novembro de 2014

FALAR EM SALVAÇÃO NÃO DÁ NÚMEROS, QUORUM E ADEPTOS

Para falar-se em salvação tem que se falar em arrependimento e em renúncia dos que estão para serem salvos.

Para pregar salvação tem falar em conversão, transformação, e não retroação.


Tem que dizer-se que a palavra dele não pode diminuída e nem acrescentada, pois como se iria acreditar em um evangelho de meias verdades, com deleites injustos, dando ênfase a desigualdades?

Para falar em salvação tem que revelar aos falados que o Reino de Deus não é deste mundo; que não buscamos tesouros na terra, muito embora o Senhor possa até nos dar por recompensa, pois o é dono do ouro e da prata.

Que muito embora estejamos no mundo, não somos do mundo, assim como do mundo o Senhor Jesus Cristo não o é.

Portanto, somos peregrinos na terra, e que a nossa pátria está muito além da mais bela imaginação humana; e que aquilo que os olhos não viram e que o coração não desejou, é o que está reservado para aqueles que o temem, amam, e que o buscam.

Porquanto, estamos firmados terrenalmente naquilo que vemos, e as coisas da fé está firmada naquilo que não se vê.

Para falar de salvação deve se saber que estará na contra-mão do mundo; que tem que pregar sobre diferença; sobre amor ao próximo e sobre adoração a um só Deus em glória, majestade e poder.

Tem que dizer que aquele que ama o mundo se faz inimigo de Deus.

Com tudo isso, ele ainda tem que dizer que temos que orar e vigiar para que não se entre em tentação, e para que ninguém tome a nossa coroa, pois aquele que está de pé, tem cuidar-se para que não caia.

Por tudo isso, tem que saber-se que para falar em salvação tem que ter chamada, coragem, desprendimento e a certeza de que só Deus é o Senhor em tudo e em todos.

Para pregar salvação tem que saber que haverá rejeição, perseguição e entristecimentos.

No entanto, aquele que dispõe a pregá-la sabe que mesmo que vá andando e chorando, voltará com júbilo trazendo consigo os seus molhos.

Conquanto, o Senhor chamou e chama valentes contra o mal, pois a nossa luta não é contra o sangue e nem contra a carne.

Portanto, há um chamado; há uma convocação de um exército de homens e mulheres que não se conformam com o mundo, e nem que as preciosas almas do Senhor Jesus Cristo não fique na perdição e na mercê dele.




Aliste-mo-nos; o Senhor nos convoca e chama.

Bendito seja para todo o sempre o Senhor dos céus e da terra.