quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

"DO FUNDO DA ALMA"


Figura Ilustrativa - Do seu autor são todos os créditos
Tudo parece tão simples quando há o amor.
As coisas fluem em uma estrada que desconhece a dor.

As amizades nos são regalos em um mundo sem cor.

Até parece um paradoxo com tanto glamour, mas a alma vaga vazia por falta do amor; anelo perdido nos labirintos do eu mesmo, onde o projeto dos outros são os degraus para o nosso ego.

Estamos perdendo a noção dos tempos, e da razão das coisas quando queremos subir sem descer; que é preciso dar pra depois receber, pois precisamos plantar para depois colher.

No entanto, é diferente no amor, pois o damos não esperando a volta; onde importante é o amado, o seu bem estar para ser desfrutado.

A fidalguia dos sentimentos está na fraternidade, no amor a Deus e ao próximo sem a reciprocidade; onde o voluntário é a espontaneidade.

"Chega de falsidade, de agradar os outros para suprir nossas vaidades."

Se olharmos para o Senhor Jesus Cristo veremos que Ele é humilde e manso de coração, para poder amar a todos sem distinção.

Deixou o esplendor de sua glória, para sofrer por amor, e por amor sem reservas para poder nos salvar, pois nós nada tínhamos de bom para poder lhe ofertar.

Conquanto, o que nos amou primeiro, por muitos não é amado; só é chamado na dor e depois desprezado, ficando esquecido e até mesmo negado.

Quem somos nós, e para onde iremos se não pararmos enquanto ainda é tempo para saber as respostas.

Porque:

"Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai," (I Tessalonicenses 1 : 3)

FECHANDO A CONTA

"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor." (I Coríntios 13 : 13)