segunda-feira, 14 de março de 2016

O DESFECHO

Figura ilustrativa - todos os méritos são dados ao seu autor
Os últimos fatos enunciam um clima de grande expectativa de onde irá parar as ações e reações dos interligados.

Há um desconforto notório entre estes, e o estopim para implosão já ecoa nas entrevistas noticiadas.

O aperto e o nervosismo começam a comandar as ações daqueles que deveriam ter a calma para esperar o desenrolar dos fatos, segundo o que virá do juízo investigado.

Até que se prove o contrário, só haverá dolo uma vez se comprovado.

Acreditamos nos esclarecimentos se há mesmo a justa culpa sem antecipar se são culpados.

É hora de termos a prudência como um povo civilizado; sem exaltar os ânimos, em brigas ou assemelhados.

Ninguém é tão mal que não tenha créditos, valores, famílias e até trabalhos executados.

Esperamos que às coisa se resolvam na paz, na tranquilidade, para que o seu desfecho seja justo, sem torturas, martírios e exposição indevida daqueles que não são culpados.

Que o Senhor possa dar ao povo brasileiro a serenidade democrática de um país que já atingiu a maturidade política, sem retrocessos, ranços e ou privilegiados.

Oremos por esta grande nação cristã para que tudo termine na mais perfeita paz, para que não exista derrotados, mas sim vitoriosos no desfecho esperado.